Sunday, April 30, 2017

Novidades

Olá queridos leitores!

Fiquem a conhecer alguns dos próximos lançamentos:











Boas leituras!

Friday, April 28, 2017

Foyles | Livrarias do mundo

Olá queridos leitores!

Andamos que nem uns loucos a planear a nossa primeira viagem a Londres! Nesse seguimento, decidi que vocês iam gostar de conhecer algumas das livrarias que vou visitar.
Se também pensas lá ir, ou se já lá foste, adorava que me contasses tudo sobre isso! 



6.5 km de estantes cheias de livros é caso para grande entusiasmo, não concordam?


 Começo pela Foyles de Sharing Cross Road! Há imensas livrarias no centro de Londres e se gostarem deste post, irei mostrar-vos a minha experiência completa da visita que fiz às livrarias, após a viagem.

Esta livraria encontra-se no centro de Londres! Foi um projeto que teve início em 1903 e desde então, continuou a melhor de cada vez mais e mais...

Para ser muito sincera, esta é a primeira vez que ouvi falar desta magnifica livraria. Foi graças ao vídeo desta Booktuber que a fiquei a conhecer:




Boas leituras!

Thursday, April 27, 2017

Opinião: "Em fuga" de Peter May | Marcador



Sinopse:

Em 1965, cinco amigos, todos adolescentes, cansados da rotina e temerosos de uma vida previsível, fogem de Glasgow com destino a Londres e o sonho de serem estrelas e de transformar a sua banda de música num sucesso. No entanto, antes do final do primeiro ano, três deles regressam à sua cidade natal na Escócia - e voltam diferentes, danificados, sem que ninguém perceba a razão para tal. Cinquenta anos mais tarde, em 2015, um brutal homicídio na capital inglesa obriga esses três homens, agora com quase 70 anos, a regressar a Londres e a confrontar, por fim, a mancha escura do seu passado da qual tentaram fugir durante toda a vida.


Opinião:

Nesta história encontramos duas narrativas, uma narrativa de 1965 e outra de 2015. No entanto, têm algo em comum: os seus participantes, a fuga e a não aprovação da família.

O que mais me impressionou na leitura deste livro foi o fator mistério. Este é mantido desde o início até ao fim do livro, a cada página que viramos estamos sempre na expetativa do que vem a seguir. Vamos sempre ganhando mais curiosidade, pois percebemos que os detalhes da fuga destes cinco amigos estão escondidos há 50 anos.

O que tornou este livro mais interessante foram as sensações. Vamos  sentindo uma adrenalina provocada pelos acontecimentos, mas também sentimos uma grande nostalgia na leitura deste livro. A nostalgia está aqui focada nos arrependimentos do que podiam ter feito e na forma como estes passaram as suas vidas até ao presente. Há sempre a grande questão: e se tivéssemos seguido outro caminho?

Em relação às personagens, o autor conseguiu transmitir verdadeiramente as emoções de cada uma delas. Este fator faz com que sintamos alguma proximidade com o grupo de amigos e, por isso, no final deste livro até me vieram as lágrimas aos olhos.

Esta foi uma leitura muito interessante, foi a primeira vez que li um livro deste autor e de certeza que não vai ser a última.


Dei as 4 estrelas! Este livro faz parte do meu género de leitura, aprecio sempre um bom thriller. E adorei a forma como este autor vai alternando pelas narrativas de 1965 e de 2015 provocando, assim, a curiosidade do leitor através do suspense.

Texto de Helena - Blogger em semtudo.pt



Muito obrigada:






Wednesday, April 26, 2017

Novas aquisições

Olá queridos leitores!

Estes dias têm sido muito loucos... não tenho lido quase nada...
 Estamos a planear uma viagem, e como vocês devem saber, não é assim tão simples e rápido como parece!

Mesmo assim, recebi alguns livros nestes últimos dias :) 


O que acham destes destas coisas lindas que recebi? Algum que gostavam de adicionar às vossas estantes?

Boas leituras!

Monday, April 24, 2017

Opinião "Céus Negros" de Ignacio del Valle | Porto Editora


Olá queridos leitores!





Sinopse (wook)


Espanha, 1950. Num país que ainda procura recuperar dos traumas da guerra, Arturo Andrade é chamado a investigar o misterioso assassinato de uma criança em Pueblo Adentro, uma aldeia a poucos quilómetros de Badajoz, a sua cidade natal, e centro da resistência anarquista da Extremadura. 

Arturo cedo se dá conta de que este crime é apenas a ponta do icebergue de uma bem montada rede de tráfico infantil que fez desaparecer mais de 30 mil crianças. Um elemento fundamental deste sórdido esquema é o Auxílio Social, instituição encarregada de «reeducar» os filhos dos prisioneiros republicanos, derrotados na Guerra Civil. Por detrás, uma teia de interesses que envolve as mais altas esferas do regime. 

Com este notável romance, Ignacio del Valle põe a nu a grande mentira de uma certa Espanha franquista, que sob a enganosa aparência de fomentar o progresso do país leva a cabo uma série de crimes atrozes, muitos dos quais passaram incólumes pelo crivo da História.

Opinião:

A princípio esperava que este livro tivesse um fundo mais histórico. Quando lemos a sinopse, esta dá-nos a ideia que o autor vai-nos contar um pouco sobre a história de Espanha, mas isso não acontece. Ao folhear as páginas do livro tive a sensação de que preciso de saber muito mais sobre o assunto do que aquilo que é descrito...

Na verdade, este era para ser um policial. E até gostei da base da história, assente no assassinato de uma criança. Até às últimas páginas estava a gostar muito do livro e a apreciar as suas adversidades e contratempos. O protagonista é alguém com muita história de fundo e isso é algo muito cativante, mas há um momento do livro em que toda a tensão e suspense tem um fim abrupto. Passei de um interesse flamejante para um aborrecimento total. Como isso aconteceu? Não sei bem...

Se este era para ser um policial então não entendo porque é que só falam de crime muito esporadicamente... Fala-se e fala-se dos problemas dos homens que combateram na guerra, e como as suas capacidades mentais e físicas não sãos as mesmas... mas o suspense e o crime ficam postos de parte.
Isto foi o que menos gostei. Estava à espera que o ritmo fosse crescendo de intensidade...

Mais informações históricas e mais crimes é o que todos os leitores iriam desejar ao ler este livro. Tenho pena que algo se tenha quebrado no desenvolver da história. Se tal não tivesse acontecido, a minha classificação seria muito mais alta.

De qualquer forma, a escrita é fantástica... o melhor deste livro será isso e as passagens a itálico narradas por uma menina.


Este é um dos livros de uma série policial, mas não senti que houvesse qualquer relacionamento com os mesmos. Se alguém quiser ler este volume de forma independente, poderá fazê-lo.

A minha classificação: 3/5 estrelas.


Muito obrigada:


Sunday, April 23, 2017

Opinião "Má Raça" de Jason Aaron e Ron Garney






Opinião:

Má Raça foi escrito por Jason Aaron e desenhada por Ron Garney. 
Jason Aaron é um autor extremamente popular no mundo das comics, já escreveu para algumas das mais famosas BD’s de super-heróis da Marvel. Não sou um fanático por comics de super-heróis, na realidade, nunca me interessou muito. No entanto, este livro não está, em nada, relacionado com super-heróis, sendo que este foi o seu primeiro livro de um género diferente.

É uma história de violência, maldade, vingança e redenção. Foi escrita e desenhada com desdém para com o politicamente correto. Repleta de acontecimentos intensos e perturbantes que te deixam desconfortável...
Centra-se num protagonista arrogante e violento chamado Ira Rath, um profissional a matar. A família Rath é conhecida por ter uma linhagem mergulhada em sangue e homicídios. E Ira não é exceção...



Quando comecei a ler esta BD fiquei com a ideia de que esta seria mais uma típica história de ação cheia de clichés e cenas previsíveis… Não foi o caso, nem tudo o que prevemos acontece, aliás, quase nada do que prevemos acontece, o que foi uma agradável surpresa.

Ron Garney optou por uma representação gráfica de elevado realismo. Gostei, particularmente, da atmosfera obscura presente em todo o livro, que enquadra perfeitamente nos acontecimentos.





Recomendo este livro a quem gosta de uma boa e crua história de ação, sem formalidades nem preconceitos. 

Contém linguagem que pode ser considerada imprópria.

Texto de: Nuno Patrocínio.

Muito obrigado: