Tuesday, August 1, 2017

Opinião "A Química dos Nossos Corações"





Sinopse:

Henry Page não esperava apaixonar-se. Considera-se um romântico, mas nunca viveu aquele momento em que o tempo para, a barriga se enche de borboletas e a música começa a tocar, sabe-se lá onde. Pelo menos, até ao momento.

Então, conhece Grace Town, a esquiva nova colega de escola, que se veste com roupa de rapaz demasiado grande, apoia-se numa bengala, parece tomar banho poucas vezes e esconde segredos desconcertantes. Não é bem a rapariga de sonho que Henry esperava, mas quando os dois são escolhidos para coordenar o jornal da escola, a química acontece.

Depois de tantos anos a salvo do amor, Henry está prestes a descobrir como a vida pode seguir um caminho tortuoso e como, por vezes, os desvios são a parte mais interessante desse mesmo caminho.

Uma estreia brilhante que equilibra humor e corações partidos, lembrando-nos de como o primeiro amor pode ser agridoce.


Opinião (Maggie):

Este livro aborda um tema muito complicado. O amor. São usadas diariamente milhares de palavras diferentes para descrever aquilo que o amor nos transmite e como este nos faz sentir. Este livro conseguiu surpreender-me ao trazer algo de original ao tema.

A partir do momento em que o li, vou olhar para a sua lombada, impecavelmente posicionada na minha estante, e lembrar-me do quanto gostei de o ler.

Para vos ser muito sincera não costumo gostar muito de livros sobre amor adolescente, mas este traz-me muitas recordações, boas e más, daquilo que é gostar de alguém.

Está escrito de forma muito transparente e realista...
 A escrita é muito parecida com a de John Green. São usadas muitas referências a filmes, livros, séries, etc.
 A história em si, também me fez muito lembrar “Paper Towns”. Na realidade, não gostei muito deste livro de John Green, mas tem algumas semelhanças com este. Por exemplo, a rapariga por quem Henry se apaixona também age de uma forma indiferente para com os outros e também tem um sentido aventureiro acima do normal. Henry também é um rapaz tímido e pouco popular...
Bem, mas não estou aqui para falar de “Paper Towns”. São livros muito diferentes, têm apenas algumas semelhanças um com o outro.

Gostava que todos vocês, ou pelo menos aqueles que gostam de literatura Young Adult, leiam este livro. Foi dos poucos livros que me fez chorar durante a leitura e tenho que admitir que fiquei com uma pequena ressaca literária após o terminar.

A minha classificação para este livro é de cinco estrelas. Não acho que seja um livro perfeito, mas conectei muito com ele e quero voltar a lê-lo no futuro.

Muito obrigada, mais uma vez, à Porto editora pelo apoio dado ao blogue e por lançar livros tão bons.




Boas leituras!

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