Monday, August 7, 2017

Opinião "Quando a Amizade me Seguiu até Casa" de Paul Griffin



Sinopse:

Ben é órfão, tem doze anos e nunca foi bom a fazer amigos. Depois de ter conhecido sucessivas famílias de acolhimento, está consciente de que as pessoas se podem afastar de um dia para o outro. Ben gosta de passar o seu tempo a ler livros de ficção científica. Porém, tudo muda na sua vida quando resgata um rafeiro que encontrou nas traseiras da biblioteca de Coney Island. Flip, o cãozito, leva-o a travar amizade com uma rapariga chamada Halley - sim, o mesmo nome do cometa. 

Halley também devora livros e convence Ben a escrever um romance com ela. À medida que a escrita do livro avança, Ben vê-se confrontado com uma série de peripécias e com o significado da amizade e da família. 

Opinião (Maggie):

Estou a passar por uma fase de leituras Young Adult. Não é o género que leio mais, mas no espaço de poucas semanas já li três romances direcionados para os mais novos.
Gosto quando termino uma leitura e fico a pensar em tudo aquilo que aprendi de novo e como ela foi importante para mim.
Este livro não foi muito especial... infelizmente, não o achei muito educativo. Estava à espera de algo diferente quando o comecei a ler.

A escrita é demasiado simples e pouco cuidada. A linguagem das crianças não é a mais desejada por parte dos pais ou identidades educadoras. Não contém palavrões, mas o “tipo” e o “yah” são palavras que os pais não costumam gostar que os filhos digam. Aparecem poucas vezes, mas achei importante referir. Muitos dos livros "Young Adult" contêm linguagem mais jovem, o que no meu ponto de vista não é algo mau.

Toda a base da história é interessante. A ideia de que um cão, outrora perdido e abandonado, alegra a vida de pessoas que precisam de atenção e cuidados; as amizades que são criadas e fortalecidas graças a este ser de quatro patas e como este ajuda o nosso protagonista a ultrapassar os piores desafios da sua vida, são conceitos interessantes, mas estão pouco desenvolvidos.
 No meu ver, esta história vai agradar a muitos, mas talvez não agrade tanto a mentes mais maduras.

Neste ponto de vista, acho importante referir que é uma boa história para contar em voz alta aos pequeninos — excluindo o “tipo” e o “yah” se assim desejarem. É muito simples e agradável. Só lhe faltava uma pitada de detalhe e emoção.

Esta opinião tem o apoio de:




Para mais informações sobre o livro clique aqui.

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